quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Postado por lian Gothic às 16:06 3 comentários
Marcadores: Ataque de fúria
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Nome gotico?
Achei muito engraçado...
Seu nome gotico... tosquinho, mais vale a pena tentar^^
bjinhus!
http://questionyourtruth.iespana.es/html_gerador_goth.html
Postado por lian Gothic às 07:36 0 comentários
sábado, 24 de janeiro de 2009
Roupas pretas, gosto pela melancolia, tristeza, fazer saraus em cemitérios... Estas podem ser as características para se definir uma pessoa gótica. Mas será que realmente existe uma definição?
Mas pode-se dizer que os góticos gostam da noite, da vida e também da morte, da literatura, da arte, da solidão, do ocultismo, do amor. O mundo dos góticos não pode ser muito caracterizado, cada um define-se de uma maneira. Segundo Leandro Formagi, o Coruja, "o verdadeiro gótico é aquele que consegue enxergar a arte por trás da escuridão. É aquele que consegue transformar a tristeza e a melancolia em poesia". Já Ana Lucia Bertolani, acredita que quem tem a poesia obscura na alma e encontra refúgio na música, arte e estilo de vida que expressa obscuridade poética, pode se considerar gótico. Segundo muitos góticos a confusão chega a ser tanta que alguns já a ouviram perguntas absurdas como se góticos bebem sangue de criancinhas, se dormem em caixão, se é muito usado magia negra ou necrofilia, entre outros absurdos.
O motivo estaria na ligação que muitas pessoas acabam fazendo erroneamente, quando vêem os góticos como vampiros; pois há uma grande confusão por ambos terem gosto pela vida noturna, romantismo mórbido, a maneira de se vestir, caracterizadas por trajes antigos usados nos filmes. Mas principalmente porque grande parte dos góticos tem o costume de freqüentar cemitérios, mesmo durante a noite. Um hábito que pode parecer estranho para quem não entende, mas que segundo Coruja é muito simples. Nos cemitérios encontra-se paz. "É um local tranqüilo, onde pode-se escrever poemas, sem barulhos ou medo de ser assaltado", afirma. Ainda segundo Coruja, o problema de freqüentar cemitérios está nas pessoas que entram durante a noite para promover saques, acabando por deixar a culpa nos góticos, que utilizam o local apenas como fonte de inspiração, respeitando e de certa forma protegendo o cemitério. Ana Lucia complementa dizendo que "a fixação por cemitérios é maior no sentido intelectual, por expressarem a arte gótica e principalmente inspiração", mas Coruja explica e finaliza: "O que é escuridão para a maioria, é a fonte de criação para os góticos".
Texto original de Lilian Akemy Yamada
Postado por lian Gothic às 10:21 0 comentários
Marcadores: Goticos
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Silêncio
Edgar Allan Poe
Escuta - disse o demônio, pousando a mão sobre a minha cabeça. - O país de que te falo é um país lúgubre, na Líbia, às margens do rio Zaire. E ali não há repouso nem silêncio. As águas do rio, amarelas e insalubres, não correm para o mar, mas palpitam sempre sob o olhar ardente do Sol, com um movimento convulsivo. De cada lado do rio, sobre as margens lodosas, estende-se ao longe um deserto sombrio de gigantescos nenúfares, que suspiram na solidão, erguendo para o céu os longos pescoços espectrais e meneando tristemente as cabeças sempiternas. E do meio deles sai um sussurro confuso, semelhante ao murmúrio de uma torrente subterrânea. E os nenúfares, voltados uns para os outros, suspiram na solidão.
E o seu império tem por limite uma floresta alta, cerrada, medonha! Lá, - como as vagas em torno das Híbridas, pequenos arbustos agitam-se sem repouso, contudo não há vento no céu! - e as grandes árvores primitivas oscilam continuamente, com um estrépito enorme. E dos seus cumes elevados filtra, gota a gota, um orvalho eterno. A seus pés contorcem-se num sono agitado, flores desconhecidas - venenosas. E por cima das suas cabeças, com um ruge-ruge retumbante, precipitam-se as nuvens negras a caminho do ocidente, até rolarem as cataratas para trás da muralha abrasada do horizonte. E nas margens do rio Zaire há repouso nem silêncio.
Era noite e a chuva caía enquanto caía, era água mas quando chegava ao chão era sangue! E eu estava na planície lodosa, por entre os nenúfares, vendo a chuva que caía sobre mim. E os nenúfares voltados uns para os outros suspira na solenidade da sua desolação.
De repente apareceu a lua através do nevoeiro fúnebre vinha toda carmesim! e o meu olhar caiu sobre um rochedo enorme, sombrio, que se erguia a borda do Zaire, refletindo a claridade da lua; era um rochedo sombrio sinistro de uma altura descomunal!
Sobre o seu cume estavam gravadas algumas letras. Caminhei através dos pântanos de nenúfares, até a margem para ler as letras gravadas na pedra; mas não pude decifrá-las. Ia voltar quando a lua brilhou mais viva e mais vermelha; olhando outra vez para o rochedo distingui só caracteres. E esses caracteres diziam: desolação.
Levantei os olhos; na crista do rochedo estava um homem de figura majestosa. Pendia-lhe dos ombros a antiga toga romana, cobrindo-se até aos pés. Os contornos da sua pessoa não se distinguiam, mas as feições eram as da divindade porque brilhavam através da escuridão da noite a do nevoeiro. Tinha a fronte alta e pensativa, os olhos profundos e melancólicos Nas rugas do semblante, liam-se as legendas da desgraça e da fadiga o aborrecimento da humanidade e o amor da solidão Escondi-me no meio dos nenúfares para ver o que aquele homem fazia ali.
E o homem assentou-se no rochedo, deixou pender a cabeça sobre a mão e espraiou a vista pela soledade, contemplou os arbustos buliçosos e as grandes árvores primitivas; depois, ergueu os olhos para a céu a para a lua carmesim.
Eu observava as ações do homem escondido no meio dos nenúfares e o homem tremia na solidão. Todavia a noite avançava e ele continuava assentado sobre o rochedo.
Então o homem desviou os olhos do céu para o rio lúgubre para as águas amarelas do Zaire, e para as legiões sinistras dos nenúfares; escutou-lhes os suspiros melancólicos e as oscilações murmurantes E eu o espreitava sempre, do meu esconderijo e o homem tremia na solidão. Todavia a noite avançava e ele continuava assentado sobre o rochedo.
Embrenhei-me na profundezas longínquas do pântano, caminhei sobre e as flores dos nenúfares e chamei os hipopótamos que habitavam a espessura do bosque E os hipopótamos ouviram o meu chamado e vieram os Behemothes até o pé do rochedo e soltaram um rugido medonho E eu, escondido por entre os nenúfares, espreitava os movimentos do homem e o homem tremia na solidão. Todavia a noite avançava e ele continuava assentado sobre o rochedo
Então invoquei os elementos e uma tempestade horrorosa rosa sobreveio. E o céu tornou-se lívido pela violência da tempestade e a chuva caía em torrente sobre a cabeça do homem e as ondas do rio transbordavam e o rio espumava enfurecido e os nenúfares suspiravam com mais força, e a floresta debatia-se com o vento, e o trovão ribombava e os raios flamejavam, e o rochedo estremecia
Irritei-me e amaldiçoei a tempestade, o rio e os nenúfares, o vento e as floresta, o céu e o trovão E na minha maldição os elementos emudeceram e a lua parou na sua carreira, e o trovão expirou e o raio deixou de faiscar, e as nuvens ficaram imóveis e as águas tornaram n repousar no seu imenso leito, e as árvores cessaram de se agitar, e os nenúfares não suspiraram mais e na floresta não se tornou a ouvir o mínimo murmúrio, nem a sombra de um som no vasto deserto sem limites. Olhei para os caracteres escritos no rochedo e os caracteres diziam agora: Silêncio.
Volvi outra vez os olhos para o homem, e o seu rosto estava pálido de terror. De repente, levantou a cabeça, ergueu-se sobre o rochedo e pôs o ouvido à escuta. Mas não se ouviu nem uma voz no deserto ilimitado E os caracteres gravados no rochedo diziam sempre: Silêncio. E o homem estremeceu e fugiu e para tão longe fugiu que jamais o tornei a ver.
Ora, os livros dos magos, os melancólicos livros dos magos encerram belos contos, esplêndidas histórias do céu, da terra e do mar poderosos; dos gênios que têm reinado sobre a terra, sobre o mar e sobre o céu sublime. Há muita ciência na palavra das Sibilas. E das florestas sombrias de Dodona saíam outrora oráculos profundos.
Mas jamais se ouviu uma história tão espantosa como esta! Foi o demônio que ma contou, assentado ao um lado, na solidão do túmulo. Quando acabou de falar, desatou a rir e como não pudesse rir com ele, amaldiçoou-me. Então o lince, que vive eternamente no túmulo, saiu do seu esconderijo e veio deitar-se aos pés do demônio, olhando-o fixamente nas pupilas.
Postado por lian Gothic às 12:59 2 comentários
Marcadores: Edgar Allan Poe- Silêncio
Estou só testando...
aproveitando pra comentar da linda Tarja Turunen...
Êla voz dessa mulher!
Ela é linda né?
bom, meninus e meninas... fazer o quê... quem foi no show foi... quem não foi se liga no youtube! ^^
Na foto, com Floor Jansen... cantora da banda After Forever, tbm muito boa...
Postado por lian Gothic às 12:55 0 comentários
Marcadores: Tarja Turunen
Góticos
Amigo que tristeza
Suas lagrimas observar Queria você comigo
E seu coração confortar
Já nem lembro da ultima vez que ouvi a sua vóz
Andas pelas ruas de cabeça baixa
Sentindo-se como nós
Não quer ver o que o cerca pois já não faz a mínima diferença
Sabe de uma coisa meu querido
Sei exatamente como se sente
Uma dor que dói sem um motivo aparente
Mas só nós sabemos, os motivos da gente
Fácil é julgar! Nos chamar de loucos,mimados...
Dizer que só queremos chamar atenção
Difícil é entender o que se passa em nosso coração
É assim meu amigo, é uma pena não podermos mudar
Aceite agora suas trevas
É uma questão de tempo para ele vir nos buscar
Nos livrar dessa agonia
Para a verdadeira vida enfim gozar
Sem nem lembrar desse mundinho Que nunca nos ouviu gritar
Seremos muito felizes Livres para amar!
Um jovem em uma noite andava, procurando pessoas em que as sombras pairavam, curiosidades sobre pessoas góticas...
Um grupo encontrou dos malditos, se dirigiu ao mais sombrio, e ganhou a sua resposta. "Alguma vez sentiu a depressão abraçá-lo?
Ou quem sabe a desesperança em sua vida? J
á desejou a morte em seu encalço?
Sentiu uma longa agonia?"
Já decepcionou-se com o mundo? ou desejou uma vez matar?
Já sentiu-se moribundo? ou quis a vida acabar?"
"Já quis perder seu alento? fez da tristeza sua alegria? Você pode ter sido gótico um momento, Mas nós somos todos os dias."
Postado por lian Gothic às 11:18 0 comentários
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